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domingo, 29 de novembro de 2015

O beijo que eu desejo sempre mais

Olhando o céu
Lembrei que tudo que vivemos
Não passou
E pra dizer mais
Pensei que temos outra chance
De fazer nosso sol brilhar em mim
Em você

O tempo não apaga
Não desfaz o beijo que eu desejo sempre mais
Não posso esquecer o seu olhar no meu
Eu sei que nosso amor ainda não morreu

Olhando o céu
Lembrei que tudo que vivemos
Não passou
E pra dizer mais
Pensei que temos outra chance
De fazer nosso sol brilhar em mim
Em você

O tempo não apaga
Não desfaz o beijo que eu desejo sempre mais
Não posso esquecer o seu olhar no meu
Eu sei que o nosso amor ainda não morreu
(4x)
(Vitor e Léo)


Percepções de um querer

Se olhos não veem,
porque o coração sente?

Se as mãos não tocam,
porque desejam?
  
Se a boca não experimenta,
porque aspira?

Somente a mente pode idealizar,
ela é o vilão de nossos desejos,
incansável ela tem todas as percepções,
do nosso querer,
e as sensações de um possível viver.


    

No jardim da saudade

No jardim que cultivei,
éras a flor rara que plantei,
dei carinho,
dei atenção,
dei alegria,
dei meu coração...

Foi um dia então que notei,
que nada do que eu fazia,
abrandava a tua euforia...

Tinhas toda a magia,
a contemplar,
mas teu olhar era distante,
vago,esmerante,
buscava outros olhares,
no jardim que antes era,
teu reino.

Um dia veio outro jardineiro,
desejando te colher,
deixastes teu jardim,
para aventurar-se em outro...

Quando não mais te vi,
chorei e entendi,
não se pode cultivar um sonho,
quando ele não é sonhado junto.

Hoje continuo plantando flores,
mas deixei aquele espaço em branco,
não espero a sua volta,
nem tampouco arrependimento,
eu deixei aquele espaço por respeito,
você foi um alguém,
que eu amei de corpo inteiro.






O amor é uma lenda

O amor se tornou uma lenda,
não é mais um conto,
nem tampouco uma linda fantasia,
de éramos uma vez,
de foram felizes para sempre... 

O amor se perdeu na vaidade,
da mais pura sinceridade,
deixo-se revelar,
mas foi logo ignorado,
pelas sombras do seu aliado.

Um castelo que era a magia,
perdeu o de vez toda a empatia,
amor que era verdadeiro,
foi parar no lixeiro,

A vaidade tomou posse,
tem agora toda a sorte,
cativa os mais belos olhares,
mas não pode comprar a verdade.

O amor despido de justiça,
não acredita,
que no mundo deixou de ser,
uma conquista.


Então a lenda torna-se a verdade,
nos corredores da saudade,
e quem ousa amar verdadeiramente,
só pode colher tempestades,
num lugar onde o mito se torna grito.